terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Usando objetos com história


Complementando o post anterior, sobre o que usar na decoração, não podemos deixar de lado as peças de porcelana das avós, cheias de história e que criam um ambiente mágico em qualquer lugar que estejam.
Ou aquele brinquedo antigo que te toque o coração só de lembrar o quanto se divertiu com ele.
E as recordações em papel??? Que tal transformá-las em quadro e expor tanta emoção em um canto especial no escritório, sala ou mesmo no quarto?
Observem a imagem abaixo. Neste projeto foi usado o capacete da moradora como objeto de decoração sobre o banco que divide ambientes, além de decorar não ocupa espaço em armário para guardá-lo.

Rosangela Rodrigues | Arquiteta


Projetar é ter esta sensibilidade e buscar no íntimo do seu cliente tudo o que precisa para compor seu espaço com delicadeza, e sempre respeitando sua história e suas características.
Partindo de um sentimento e uma recordação, podemos fazer coisas lindas!

Rosangela Rodrigues | Arquiteta

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O que usar na decoração?

Esta é uma pergunta que nos fazemos constantemente quando nos deparamos com o desejo de mudar algo nas nossas casas para darmos uma nova cara ao ambiente.
Outro dia visitando uma amiga, observei na estante dela uma bota. Isso mesmo!!! Uma bota daqueles modelos de cowboys, rústicos, de couro.
Daí pensei: “Até onde nossa criatividade pode chegar?” Mas logo me reiterei...”Até onde nossa sensibilidade pode chegar?”
Ter a sutileza de usar uma coisa tão bruta e fazê-la parecer tão delicada, só mesmo usando a sensibilidade das formas a seu favor.
E querem saber se ficou legal? Ficou belíssimo, além de a peça remeter história, a história dos moradores.
Arrisquem-se, e sintam o prazer que a mudança pode dar!
 

Rosangela Rodrigues | Arquiteta

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A diferença está no detalhe!

É interessante observar como os arquitetos têm obtido uma postura aleatória mediante suas condições no mercado.
Não há como culpá-los, pois a variante nisso tudo é a cultura de quem o contrata, a cultura de quem avaliará seu trabalho, ou mesmo a questão financeira envolvida.
Em visita a uma exposição famosa em São Paulo sobre decoração é nítido ver quem é o arquiteto famoso, e quem (ainda) não é antes mesmo de olhar o seu nome seguido de sua foto na plaquinha do ‘stand’. A régua deste parâmetro???
A ousadia.
Interessante ver que para ser aceito no mercado, o novo arquiteto, ou o menos famoso, para não errar e não chamar atenção da crítica negativa ousa pouco, tanto no projeto fisicamente dito como nos detalhes de decoração... Cores, adornos, tecidos, texturas, etc.
Já o famoso, ah! Este peca pelo excesso, um ser inatingível, ele já tem o que quer: a fama, que traz muitos clientes, não precisando sucatear seus preços e valores. Fazendo assim uma passarela 'fashion' em seus projetos.
Isso não significa qualidade de um profissional e nem demérito do outro. Gosto! Esta é a palavra chave, e gosto, este não se discute.
Rosangela Rodrigues | Arquiteta